quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Marina: O que há por trás?



A estratégia de campanha em nossa realidade de democracia "pré adolescente", no que se refere ao "sufrágio universal", ainda profundamente sabotado, é imatura, imprecisa, frágil.
Vivemos e convivemos nesta realidade como nação ainda periférica, apesar do volume econômico.
Entendo normal a reciclagem, cíclica, espontânea, natural na política, com voto direto, sem direito/acesso democrático de todas as esferas sociais, (apesar disto).
Nesta dinâmica a reciclagem eclodida (dindo), consequentemente de um seguimento, ético, que reconhece o erro do passado e a definição de um novo rumo, sem compromisso com àquele formato, outrora, sinceramente defendido.
Tem muita gente despertada e a despertar nesta dimensão. .
Isto é processo que trás maturidade e politiza as massas.
Somos hoje, como referi, pré adolescentes, éramos crianças politicamente, no final dos anos 80.
Acredito em Marina Silva como protagonista deste processo.



Acredito não no que vejo, na pessoa isolada, mais no que está na conjuntura, Marina Silva é expressão visível de um movimento bem articulado. Não é messianismo é mudança. Nem PT nem PSDB aglutinam mais estas forças.
 

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